"A sabedoria é mais proveitosa do que a prata e rende mais do que ouro!" " E nada do que possa desejar se compara a ela" (Pr 3, 14-15: 8.10: 16.16)
sexta-feira, 19 de março de 2010
Deus existe !!! Vídeo muito bom!!!
Temos que divulgar e lutar para q tenha Ensino Religioso nas Escolas, como Disciplina q educa para a Vida!!!
sábado, 13 de março de 2010
Ho

Quarta, 10 Março 2010 18:20
I. Um Pai tinha dois filhos… Esta não é a parábola de um filho bom e de outro mau. Bom é só o Pai. É a parábola do Pai misericordioso. É afinal o Pai o verdadeiro pródigo. Ele, sim, esbanja e excede-se, na abundância da festa, na profusão do amor!
Ouvimos esta parábola, como se fora a nossa própria história. A maioria de nós, é quase certo, ter-se-á fixado na figura do filho mais novo, o filho que busca fora o que está dentro, que mendiga na cidade o que lhe sobra em casa, que rompe os laços do amor familiar, para se deixar atar ao nó cego da sua insatisfação. Até cair em si e se decidir, a um tímido regresso!
Mas a parábola, se bem se lembram, foi contada, de propósito e a propósito dos «fariseus e escribas que murmuravam entre si, dizendo: este homem acolhe os pecadores e come com eles». Eles estão desenhados na figura do filho mais velho, com o seu olhar distante, frio e sombrio. Trata-se de um estranho dentro de casa. Um ressentido, que cumpre a lei, mas não conhece a alegria; tem mais perfil de empregado, do que coração de filho. Não conhece o coração do pai, vê apenas nele a imagem de um patrão!
II. Por mim, deixai que vos diga. Já me revi, muitas vezes, na figura do filho pródigo e já me sentei, outras tantas, no lugar distante do filho mais velho. É altura de descobrirmos agora que esta parábola não nos quer pintados em nenhum destes filhos, mas nos deseja convertidos à figura luminosa do Pai. Estamos a poucos dias de celebrar o dia do Pai. De algum modo, o antecipamos, nesta celebração dominical. Por isso, e porque «Deus é Pai e ninguém é tão Pai como Deus», sugiro especialmente a cada pai, que se veja e reveja nesta imagem do pai misericordioso. Quais serão afinal as características principais da paternidade de Deus, que hão-de moldar o nosso coração de pais? Enuncio apenas uma mão cheia delas!
1º. Trata-se de um pai livre e libertador: O Pai, de que nos fala a parábola, não usa a autoridade, para forçar à obediência. Retrai-se, para que o filho mais novo exista na liberdade. Abre mesmo espaço para o filho perdulário, e não lhe opõe resistência. Não se impõe, para evitar a fuga do filho mais novo, mas depõe-se para o acolher no seu regresso!
2. Um pai, animado pela esperança: O Pai, que Jesus nos revela na parábola, espreita à janela e acompanha, de perto, vendo ao longe, os passos do filho. Permanece firme e fiel ao seu amor, na «expectativa» do regresso do Filho. Este Pai não desiste! Quem anda no amor, não cansa, sem se cansa! Espera e não desespera. Porque o amor tudo espera, o amor tudo suporta! (I Cor.13,7).
3. Um Pai, clemente e cheio de compaixão: O Pai, que Jesus nos revela no seu amor, ama cada filho, independentemente dos seus méritos, defeitos e feitios. Ama-os porque os gerou... Nada o faz deixar de amar, porque é Amor. Este Pai ama, como somente uma mãe sabe fazê-lo: com um amor que irradia ternura e gratuidade, mais fiel do que qualquer infidelidade humana. Como afirmava São Bernardo, "Deus não nos ama, porque somos belos, mas faz-nos belos porque nos ama"!
4. Um pai humilde e corajoso: O pai, de que Jesus é o rosto visível, corre ao encontro do filho mais novo. E perante a recusa do filho mais velho a entrar na alegria, vem cá fora estar e instar com ele! No fundo, era o filho que devia apresentar-se e prostrar-se diante do pai, diríamos nós! A parábola coloca-nos, pois, diante de um pai que não tem medo de perder estatuto e que, ao contrário, o põe em risco. Assim, a autoridade do pai não reside na distância que separa, mas no amor irradiante que aproxima!
5. Um pai que sofre e se alegra. Este Paié o primeiro a sofrer! Mas sofre, não tanto pela ofensa recebida, não tanto pela perda injusta de um filho novato que perdeu a cabeça ou de um filho maduro que perdeu o coração. Ele sofre primeiro, e sofre sobretudo, porque conhece o sofrimento dos filhos, porque padece e se compadece com o filho que estava perdido ou com o filho que não se tinha encontrado! Por isso, tem de alegrar-se e de fazer festa. Porque ao regressar, ou ao entrar na festa, cada filho reencontra a sua dignidade e experimenta a alegria de ser amado! Tudo o que o Pai faz é expressão dessa alegria: as roupas novas, o calçado, o anel, o novilho gordo, a música, as danças, tudo se transforma numa festa excepcional, num hino da alegria!
III. Queridos irmãos e irmãs: Compaixão significa sofrer com quem sofre e alegrar-se com quem se alegra! Para esta festa, o Pai convida o filho mais velho, chama os amigos e vizinhos e diz-lhes: «alegrai-vos comigo»! Vou entrar na festa, ou ficarei ainda do lado de fora, com a coração a morrer de frio?!
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Para Professores de Ensino Religioso
O OBJETIVO CENTRAL DO ENSINO RELIGIOSO
O ser humano tem que descobrir o caminho que leva à dimensão religiosa.Isto acontece quando este se descobre no mundo e aprende a importância dos valores essenciais da conduta correta, que o faz crescer em dignidade e sabedoria, capaz de ser feliz onde toda a busca encerra.
E para a formação do ser humano, a escola desenvolverá, através da disciplina Ensino Religioso, temas que despertem o sentido da própria vida. Tal sentido é explorado através da descoberta do mundo, de si, do outro e do Criador (DEUS). A partir dessa vivência, estimular o crescimento de cada um com os valores essenciais como: amor, respeito, limite, fraternidade, compaixão e tolerância. O ensino religioso, também como área de conhecimento, trabalha a compreensão do fenômeno religioso. Portanto o fenômeno religioso supõe fatos religiosos, tendo assim algo de Transcendente que se manifesta, através da religião, na espiritualidade humana.
Assim, os valores essenciais ligados na dimensão espiritual, farão de cada um autênticos cidadãos, capazes de viver e conviver consigo, com outro e desenvolver com mais clareza, a religiosidade com o encontro do Divino.
O QUE É O ENSINO RELIGIOSO?
A palavra “Religião” vem do Latim “ RELIGIO”. Segundo o renomado apologista Cristão Lactâncio, RELIGIO viria do verbo “RELIGARE”, que significa ligar de novo, estabelecer novo laço, relacionamento. Religião seria, nesse sentido, a atitude de piedade e devoção que religa, une de novo os homens de Deus.
Realmente o poder da Religião liga o ser humano ao seu criador.
A ideologia que faz desviar a religião do seu papel fundamental, que é amar a Deus e ao próximo, tem como objetivo o Capital.
Muitos líderes políticos e religiosos usam o nome de Deus e da Religião para proveito próprio.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
LUTO - Mas um anjo está no céu - Zilda Arns

Família de Zilda Arns espera que o corpo da médica chegue ao Brasil até o fim de semana
Plantão | 13/01 às 19h13 Ana Paula de Carvalho, especial para O GloboCURITIBA - A família da médica Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança que morreu após ser atingida por escombros do terremoto no Haiti, tem a expectativa de que seu corpo chegue ao Brasil até o final desta semana. A informação é de Nelson Arns Neumann, um dos filhos de Zilda Arns e coordenador-adjunto nacional da Pastoral da Criança.
- O Ministério das Relações Exteriores cedeu um avião para trazer o corpo ao Brasil e a previsão é que chegue nas próximas 24 horas - informou ele.
Em entrevista coletiva na sede da entidade, onde voluntários e funcionários estavam emocionados e em estado de choque pela tragédia, ele divulgou detalhes da morte da mãe. Ele adiantou ainda que o velório será feito na sede da Pastoral e que o enterro será no Cemitério Água Verde, na região central de Curitiba.
- Ela estava fazendo um discurso em uma igreja para cerca de 150 pessoas, quando ocorreu o terremoto. Os escombros caíram sobre ela. Segundo as pessoas que estavam no local, ela faleceu na hora.
O arcebispo emérito de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns divulgou uma nota, ao saber da morte da irmã. Segundo ele, Zilda "morreu de uma maneira muito bonita" por defender uma "causa em que sempre acreditou".
"Que nosso Deus, em sua misericórdia, acolha no céu aqueles que na terra lutaram pelas crianças e os desamparados", escreveu dom Paulo, que encerrou a nota dizendo que "não é hora de perder a esperança.
Filha lembra última conversa com a mãeNelson Arns definiu a mãe como persistente e adiantou que nada abalava a coragem da missionária.
- Se fôssemos definir Zilda Arns com uma palavra, seria persistência. Quando minha mãe estabelecia uma meta ela ia até o fim. Nada a abalava ou a impedia de concretizar um projeto. A verdadeira homenagem que podemos prestar a ela é garantir a vida às nossas crianças - disse.
A seu lado, a irmã Heloísa lembrou a última vez que conversou com a mãe.
- A gente se falou domingo e ela estava bem animada. Está difícil. Ela sempre era de reunir a família. Fez isso dia 12 de dezembro com a família Arns e no dia 25 reunindo filhos e netos - disse com a voz embargada.
A voluntária Maria Ceiça relembra emocionada uma das conversas com a líder da Pastoral durante a festa de confraternização da entidade, em dezembro.
- Nós temos que continuar. Mulheres como a gente morre rápido e fermenta rápido. Eu preciso desse fermento em Timor Leste e outros locais do mundo onde estamos. Amar é fazer o outro crescer. Quem ama faz isso e a Dra. Zilda me ensinou isso.
Zilda interrompeu férias para viajar ao HaitiAos 73 anos, dona Zilda, como era chamada, sempre foi muito ativa e interrompeu as férias que passava com a família na praia especialmente para a viagem ao Haiti, que havia sido adiada quatro vezes. Em meio à dificuldade com emissão de passagem e do passaporte, ela conseguiu seguir para uma das muitas viagens que estavam programadas para este ano.
O dinamismo de Zilda Arns é relembrada pelo sobrinho Sérgio Arns. Ele disse que a tia sempre prometia nas festas de fim de ano diminuir o ritmo de trabalho no ano seguinte e nunca cumpria.
- Ela dizia que a Pastoral era a 'cachacinha' dela - lembra.
Líder deixa 300 mil voluntários órfãosAlém dos cinco filhos e de dez netos, Zilda deixa 300 mil voluntários órfãos. Uma delas é Amélia Cabral Alessi, que está na Pastoral há 14 anos.
- Ela era uma mãe bondosa, que ensina a praticar caridade, a dar valor a uma grande amizade e a ganhar confiança das pessoas mais humildes. Vamos continuar o trabalho. A dona Zilda não iria querer que a gente abandonasse - declarou emocionada.
A voluntária Gildete Alves Fonseca de Oliveira Ramos estava chocada com a tragédia que vitimou a fundadora da entidade.
- Ouvi a notícia e ainda não acredito. Agorinha mesmo ela esteve aqui, em agosto do ano passado. Depois da minha mãe é a pessoa que mais amo - disse aos prantos.
Ela conta que a Pastoral vai continuar, mas considera insubstituível a capacidade de Zilda Arns contagiar todos:
- A gente vai sentir muita saudade dela. Nos encontros que a gente tinha de capacitação, ela contagiava com sua alegria. Era um exemplo de vida, uma pessoa muito humilde. Não conheci nenhum ser humano como ela. Guardo no meu coração essa lembrança da persistência e da insistência em transformar. Ela poderia estar de férias no melhor paraíso do mundo, mas foi em busca de melhorar a vida daquele povo - relatou.
Agenda de viagem incluiu vários paísesNão era só no Haiti que Zilda pretendia ajudar a população com a receita simples mas eficiente do soro caseiro e do controle da pesagem. Sua fórmula vencedora foi capaz de reduzir a mortalidade infantil e mobilizar um verdadeiro exército de voluntários.
De acordo com a assessora da Pastoral da Criança Internacional, Vander da Silva, todo planejamento para este ano já estava definido. Zilda seguiria para Colômbia e Uruguai em fevereiro, seguiria para o México em março e depois iria para a Argentina em maio. República Dominicana seria o destino em junho, seguida de Angola e Guiné-Bissau em outubro.
- O irmão Nelson Arns disse que o trabalho continua, embora a ausência da liderança de Zilda Arns será sempre sentida.
- A Pastoral vai continuar de maneira diferente, mas unida com a missão de levar vida em abundância a todas as crianças que necessitam. Sabemos que Zilda não pretendia parar seu trabalho agora. Ela ainda tinha muitos planos, muitos sonhos - relatou.
A Pastoral da Criança, criada em 1983, está presente em 4 mil municípios do Brasil e acompanha 1,7 milhão de crianças e gestantes. Em todo o mundo são mais de 300 mil voluntários. O trabalho da instituição é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Desejo a vocês do fundo meu coração,Perseverança para que jamais desista ou desanime dos seus sonhos,
Esperança para que a cada dia possa ver novos horizontes.
Que as mãos de Deus guiem sua vida para que essa transporte em Paz, Harmonia, Saúde e Alegria!
Queridos amigos, não se esqueçam de fechar os olhos neste ultimo dia do ano e agradecer a Deus tudo o que aconteceu neste ano, mesmo as provações porque Deus só prova quem é precioso aos seus olhos!!!
Amo vcs!!!!!!!!!!!!!!!!!
Vejo vcs ano q vem!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
bjinhosssssssssss